sexta-feira, 7 de abril de 2017

Não desperdice tempo com besteiras

O conselho é do belga Paulus Langerock, 103, um dos irmãos gêmeos mais velhos do mundo. Para eles, comer e beber com moderação e tomar um copo de vinho por dia estão entre os hábitos que os fazem esticar a vida
Companheiros há mais de um século, para os irmãos belgas Pieter e Paulus Langerock, o passar dos anos traz, além de mais sabedoria, a extensão de um recorde: aos 103 anos, completados em julho do ano passado, são os gêmeos mais velhos do mundo.
O recorde já havia sido registrado pelo jornal local "Le Soir" um ano antes, quando os gêmeos completaram 102 anos de idade.
Hábitos que fazem esticar a vida
Para eles, comer e beber com moderação e tomar um copo de vinho por dia estão entre os hábitos que os fazem esticar a vida.
“Não desperdice seu tempo com besteiras, não coma muito e não corra atrás de mulheres”, afirma Paulus. Outro conselho importante aos jovens que querem viver bastante é: “Casem-se com uma mulher que amem e tenham filhos”. Nenhum dos dois irmãos, no entanto, fez isto. O motivo, segundo eles, foi o fato de eles terem sempre desaprovado as potenciais parceiras um do outro.
Nascidos em 8 de julho de 1913, os gêmeos mais velhos do mundo, que atualmente vivem em um retiro para idosos na cidade de Sint-Martens-Latem, município com apenas 14 km² e pouco mais de 8 mil habitantes, na Bélgica, precisarão viver mais dois anos para bater o recorde dos irmãos norte-americanos Glen e Dale Moyer, que morreram aos 105 anos.
Nada que preocupe Paulus. Quando tinham 85 anos, foram ao médico e ele lhes disse: “Não acho que vocês viverão até os 100”. Ainda bem que o médico não acertou sua previsão.

Sem saber ler e nem escrever até os 82 anos, viúva se torna artista plástica de sucesso

Em pouco mais de dois anos, Tetê, como gosta de ser chamada, aprendeu a ler e, com mais de 150 trabalhos produzidos, já realizou exposições em cinco cidades brasileiras, vendendo seus quadros até para o exterior
A história de vida de Therezinha Brandolim de Souza, 84, parece novela de TV. Viúva e mãe de cinco filhos, até os 82 anos de idade, ela não sabia ler e nem escrever. Em pouco mais de dois anos, aprendeu a ler e, sem nenhuma experiência prévia, começou uma promissora carreira nas artes plásticas. Com mais de 150 trabalhos produzidos, Tetê, como gosta de ser chamada, já realizou exposições em cinco cidades brasileiras e vendeu quadros até para o exterior.
Não conseguia aprender a ler e escrever
Neta de imigrantes italianos, Tetê nasceu em Monte Azul Paulista, em São Paulo, e, como milhares de paulistanos no interior do Estado, trabalhou na roça e não teve chances de se alfabetizar. Em 1974, mudou-se para Ribeirão Preto, onde trabalhou como faxineira e dona de casa.
Após a aposentadoria, tentou aprender a ler, mas não teve sucesso. No total, foram dez anos de matrículas, entre 2000 e 2010, nos cursos de EJA (Educação de Jovens e Adultos). Os professores da época diziam que ela tinha algum tipo de bloqueio. “Tinha muita coisa que não tinha nada a ver comigo. Eu simplesmente não conseguia. Tentei muito, mas acabei deixando esse sonho de lado”, desabafou Tetê.
Em 2013, uma de suas filhas, Maria Zulmira, fez contato com a educadora Jany Dilourdes Nascimento, especializada no Método Paulo Freire – método que propõe a identificação das palavras-chave do vocabulário dos alunos, sugerindo situações de vida comuns e significativas para os integrantes da comunidade em que se atua.
Foi com ela que Tetê finalmente conseguiu aprender a ler. E foi também com Jany que ela iniciou um caminho que não esperava seguir: as artes plásticas.
Durante uma das aulas, quando Tetê escrevia mensagens de Páscoa para familiares, Jany levou chita para fazer a decoração dos cartões. As flores recortadas que sobraram se transformaram no primeiro quadro. De lá para cá, Tetê não parou mais. “Comecei brincando e deu certo. Continuo brincando até hoje”, conta a artista.
Do Minhocão a Nova Iorque
Em pouco mais de dois anos de atividade artística, ela já produziu mais de 150 trabalhos tendo a chita como principal matéria-prima, sendo que alguns deles foram vendidos para o exterior. O mais caro custou R$ 1,5 mil. Também já grafitou no Minhocão em São Paulo e sonha em fazer um mural num grande painel, expor em muitos lugares e ir para Nova Iorque.
Questionada, Tetê deixa a modéstia de lado e acredita que outras pessoas podem seguir o exemplo dela na velhice. “Eu acho que sou exemplo sim. Acho muito bom porque, ao invés de olhar para as paredes, eu faço uma coisa. Gostaria de falar para as pessoas se animarem, fazerem qualquer trabalho. Eu acho que Deus deu a vida, então qualquer pessoa viva pode realizar o seu sonho”, enfatizou.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Receita de otimismo

Já reparou que algumas pessoas sempre enxergam o lado bom das situações enquanto outras reclamam de tudo, remoem o rancor e imaginam que o mal sempre está para acontecer? As primeiras seguem aquele ditado: “Se você tem um limão, faça uma limonada!”. O resultado desses dois comportamentos se reflete no dia a dia: o otimista procura sempre encontrar soluções, perspectivas, abrir horizontes, enquanto o pessimista vive no maior baixo astral.
2016 carrega uma série de prognósticos preocupantes, mas parte dos brasileiros tem boas expectativas. Basta checar os números recém-divulgados do Barômetro Global de Otimismo, uma pesquisa mundial que mede a presença desse sentimento pelo mundo. Para constatar que a onda “pra frente Brasil” ainda toma conta do país, 50% da população acredita que 2016 será melhor que 2015.
E então, como enfrentar adversidades e contratempos? A receita para superar os desafios pode ser levar a vida com mais otimismo e bom humor. Embora pareça difícil, manter uma atitude positiva pode ajudá-lo a alcançar um melhor desempenho, seja no trabalho ou na vida pessoal.
Apesar do cenário pessimista no mercado de trabalho, Guilherme de Almeida, da UP Lins, não perdeu a esperança e foi em busca do seu primeiro emprego. “Nunca havia trabalhado com carteira assinada e não tinha experiência. Mesmo em épocas difíceis, sempre existem as oportunidades. O esforço, o comprometimento e a persistência fazem a diferença para quem está procurando uma vaga”, aconselha.
Se não acreditasse em um mundo melhor, a “otimista social”, Grazielle Ramos, da UP Lins, teria abandonado os ensinamentos transmitidos pela família em ajudar as pessoas por meio de ações sociais. “Servir ao próximo é uma questão de amor à vida. É gratificante quando consigo impactar positivamente a vida de uma pessoa. Pode parecer utópico, mas, se estudos mostram a influência do otimismo de um povo na recuperação econômica do país, por que esse mesmo fator não poderia reduzir a desigualdade social?”.
E os impactos do otimismo, comprova a ciência, vão além de acreditar no amanhã. Ele aumenta a autoestima, facilita os relacionamentos e faz bem à saúde. Mas calma lá: não se trata de cruzar os dedos e esperar que tudo aconteça. É preciso agir.
Mirtha Guzmán, da UP Paraguai, preocupada com o futuro do planeta, arregaçou as mangas e se comprometeu com a sustentabilidade. “Reciclar, transformar, economizar, são atitudes essenciais para vivermos em um mundo melhor, com mais qualidade de vida. Mudar a sociedade é muito dificil, mas é preciso insistir na preservação do meio ambiente.”
E você, o que faz para praticar o otimismo no dia a dia? Que tal refletir um pouco, pensar em mais coisas que você pode fazer ou mudar e começar a colocar em prática? Não espere a mudança do outro: seja você a mudança!



Ser solidário faz bem

O que você faz bem pode fazer bem a alguém. Esse é o espírito do trabalho voluntário, que significa colocar à disposição da sociedade um talento nosso. Mas essa história, que já seria bonita se terminasse aí, vai além: as pessoas que atuam como voluntárias vivem em média quatro anos mais, segundo estudo da Universidade de Michigan (EUA). Comprometidos e dedicados, os novos membros do Projeto Motivar promoverão durante o ano ações internas e externas que contribuem com uma comunidade mais humana, participativa e cidadã.    

Que tal fazer diferente?

Segunda-feira é o dia internacional para fazer tudo diferente (ou pelo menos prometer isso). Admita: quantas vezes você não jurou que iria começar uma dieta, progredir nos estudos ou cumprir uma meta?
Aproveite não só o início da semana, mas todos os dias e traga perguntas para o seu departamento. Será que aquela falha teria sido evitada se eu tivesse me esforçado mais? Ou poderia ter resolvido aquele problema se houvesse planejamento?
Pequenas ideias se transformam em grandes ações capazes de transformar o seu ambiente de trabalho. Afinal, não dá para esperar resultados diferentes fazendo tudo sempre igual, concorda?
Prepare-se para o novo semestre do PPLR e faça sua parte! Afinal, o resultado depende do empenho de todos.

Xô mosquito

Após a epidemia de dengue, está aberta a guerra contra as doenças transmitidas pelo Aedes Aegypt

Primeiro foi a febre amarela, que matou milhares de brasileiros em epidemias no passado. Depois a dengue que, de acordo com o Ministério da Saúde, só em 2015 afetou mais de 1,5 milhão de pessoas no país e 400 milhões no mundo. Recentemente, duas outras doenças se uniram à lista: chikungunya e zika.
Fabiano Colucci, da UP Castanhal, teve dengue há dez anos e foi diagnosticado recentemente com a zika, doença que também é transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti e está associada à microcefalia. “Tive febre, manchas pelo corpo e coceira. Passei pelo médico e ele disse que era apenas uma alergia. Voltei para casa e os sintomas se agravaram. Pesquisei na internet o que poderia ser, fiz repouso e tomei os medicamentos por contra própria.”
Embora apresentem sinais clinicamente parecidos como febre, náusea, dores nas articulações e nos olhos, a médica do trabalho da UP Castanhal, Dra. Karoline Costa, esclarece que é importante não só prevenir as doenças, mas saber identificá-las. “Em casos de suspeita a pessoa deve procurar, imediatamente, por um serviço de saúde. Seja qual for o sintoma, a automedicação não é aconselhada e traz sérios riscos à saúde, podendo levar à morte.”
E, para evitar uma possível epidemia, cada pessoa precisa fazer a sua parte, promovendo uma blitz constante dentro e fora de casa. A colaboradora Elizabeth Carpine, da unidade Lins, redobrou os cuidados após o marido contrair a dengue e perceber que vizinhos armazenavam incorretamente materiais para reciclagem. “Só o esforço coletivo é capaz de combater o mosquito e evitar sua proliferação. Para se prevenir basta evitar o acúmulo de água em vasos de plantas, caixa d’água, pneus velhos, garrafas descartáveis, entre outros. São precauções que devem ser tomadas dentro do ambiente doméstico, por qualquer pessoa, e que não duram mais do que alguns minutos na semana.”

Novos aliados
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou em dezembro de 2015, o registro da primeira vacina contra a dengue no país. Produzida por um importante laboratório francês, o Sanofi Pasteur, a imunização previne os quatros tipos do vírus da dengue, mas não protege contra a chikungunya e zika. A vacina será administrada em três doses, com intervalos de seis meses, e é indicada para pessoas com idade entre 9 e 45 anos. O Ministério da Saúde avalia a possibilidade de agregar o produto ao sistema público ainda no primeiro semestre e distribuir até o final de 2016, em todos os estados, 500 mil testes rápidos que confirmam em vinte minutos se o paciente tem alguma das doenças. Em convênios particulares, os testes já estão na lista de procedimentos com cobertura obrigatória. 


Longevidade com qualidade de vida

Temas como ergonomia, educação financeira e motivação profissional foram abordados durante a SIPAT

Com o objetivo de promover ações preventivas e esclarecimentos voltados à prevenção de acidentes e doenças do trabalho, as unidades de Lins e Castanhal realizaram a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho, com o tema “Longevidade com qualidade de vida”.
Equipes do SESI, SENAC, Corpo de Bombeiros e Unilins falaram sobre qualidade de vida, educação financeira, álcool e drogas, educação no trânsito e motivação profissional. “A SIPAT é um momento para conscientizar os funcionários quanto aos seus direitos e deveres no que se refere à Segurança no Trabalho, adotando atitudes positivas para reconhecer e corrigir riscos”, destaca o técnico em Segurança do Trabalho da UP Lins, Danilo Almeida.
Segundo o técnico, uma das principais causas dos acidentes ocupacionais é a falta de atenção. “A despreocupação do trabalhador gera consequências graves e até mesmo a morte. A unidade de Lins está há mais de 280 dias sem registro de acidentes. Isso se deve ao trabalho contínuo de conscientização e ao uso correto de EPIs para garantir o principal patrimônio de todos: a segurança.”
Os palestrantes também abordaram a importância da ergonomia no ambiente de trabalho e os problemas que o corpo pode sofrer devido à má postura. Enfermeira na unidade Castanhal, Fernanda Vasconcellos comenta que os cuidados visam uma melhor qualidade de vida, seja nas atividades desenvolvidas em casa, assim como nas que praticamos todos os dias na empresa. “As Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) ganharam destaque, uma vez que, segundo o Ministério da Saúde, estas têm sido as doenças ocupacionais mais comuns registradas entre os trabalhadores.”
A melhor forma de cuidar da postura é criar hábitos diários e praticá-los com consciência. Manter os utensílios ao alcance das mãos, regular a cadeira adequadamente e utilizar todo o corpo para levantar objetos foram algumas das dicas oferecidas aos colaboradores. “A atitude preventiva reduz acidentes, dores, possibilidade de erros, absenteísmo, além de aumentar o conforto e a produtividade”, orienta a enfermeira.
Durante o ano, as áreas da Medicina e Segurança do Trabalho desenvolvem atividades em prol da saúde e bem-estar.  Diariamente são realizadas sessões de ginástica laboral que duram em média 10 minutos com o apoio de educadores físicos. Os exercícios – principalmente de alongamento e relaxamento – abrangem pescoço, ombros, braços, mãos, pernas e coluna e proporcionam uma rotina de trabalho mais saudável aos colaboradores.
  
Fique sabendo 
Em 28 de abril de 1969, a explosão de uma mina nos Estados Unidos matou 78 trabalhadores. A tragédia marcou a data como o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes do Trabalho. De acordo com a OIT (Organização Internacional do Trabalho), anualmente, cerca de 270 milhões de trabalhadores são vítimas de acidentes de trabalho em todo o mundo. Os dados oficiais dão conta de que, no Brasil, acontecem cerca de 2400 acidentes do trabalho diariamente. São cerca de 100 por hora e 1,5 por minuto. Nas estatísticas, os homens são os mais atingidos com 73,06% dos acidentes e as mulheres representam 26,99% do total. Quanto à faixa etária, a maioria das ocorrências – cerca de 40% - acontecem entre os 20 a 29 anos. 




sexta-feira, 8 de maio de 2015

Para aqueles que desejam aproveitar as delícias da Páscoa, uma boa notícia: chocolate faz bem à saúde

Estudos publicados nos EUA e Espanha mostram que, quando consumido com moderação, o chocolate meio amargo combate o envelhecimento precoce, diminui a ansiedade e melhora a memória

A Páscoa vem aí e, com ela, ovos e mais ovos de chocolate. E, com certeza, você já se perguntou em Páscoas anteriores: “Será que faz mal comer tanto chocolate?” Para aqueles que desejam aproveitar as delícias da Páscoa, uma boa notícia: chocolate faz bem à saúde.
Estudos publicados por universidades dos Estados Unidos e Espanha mostram que, quando consumido com moderação e dentro de um plano alimentar equilibrado, o chocolate meio amargo, por ter grande concentração de cacau e maior quantidade de flavonoides, oferece benefícios à saúde. Confira alguns benefícios do chocolate amargo:
Valor nutricional
O grão do cacau, além de oferecer energia, fornece os minerais: magnésio, cálcio, ferro, cobre, zinco, potássio e as vitaminas: B1, B2, B3, C, proteínas, gorduras, cafeína e flavonoides.
Alto poder antioxidante
O chocolate amargo tem maior ação antioxidante – inativando radicais livres responsáveis pelo envelhecimento precoce – comparado com outros alimentos, como o chocolate ao leite, vinho e chá preto.
Melhora a memória e função cognitiva cerebral
É fonte de cafeína, elevando a disposição mental e melhorando a função cognitiva cerebral.
Proteção cardiovascular
Os flavonoides presentes no cacau e no chocolate amargo oferecem proteção contra doenças cardiovasculares e podem, também, ajudar a reduzir o risco de AVC e ataque cardíaco.
Ação anti-inflamatória
Os flavonoides presentes no cacau podem modular processos inflamatórios.
Reduz glicemia (açúcar no sangue)
Um dos estudos mostrou a redução dos níveis sanguíneos de glicose em ratos que receberam a suplementação com licor de cacau por 3 semanas. A sensibilidade ao hormônio insulina também foi aumentada após 15 dias do consumo de chocolate amargo.
Combate a ansiedade
O consumo de chocolate com alto teor de cacau (75%) reduz a excreção do hormônio cortisol e catecolaminas em indivíduos ansiosos.
Melhora o humor
É o alimento que exerce maior impacto positivo no humor, isso porque estimula a liberação de endorfinas, responsáveis pela sensação de bem-estar e prazer.
Redução do IMC (índice de massa corporal)
Por mais contraditório que pareça – já que o chocolate está associado ao aumento de peso –, uma das pesquisas mostrou que o consumo regular (duas vezes por semana) moderado de chocolate amargo não resulta em ganho de peso, pelo contrário, na amostra dos indivíduos estudados, eles apresentaram redução do IMC.

Todo dia é dia das mães!

Contadora de histórias presenteia as mães do Portal com o conto “Minha Vida Querida”, uma lenda comovente sobre o amor incondicional de uma mãe por sua filha

Dia das Mães, celebrado em vários países em diferentes datas do ano, é comemorado, no Brasil, no 2º domingo do mês de maio. Este ano, as mães brasileiras recebem a homenagem no dia 10 deste mês.
Mas quando e onde começou esta tradição? A mais antiga comemoração do Dia das Mães remonta à mitologia. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Reia, a mãe dos deuses. Já na história mais recente, na Inglaterra do início do século XVII, a data começou a ser comemorada no quarto domingo da Quaresma, dia dedicado às mães das operárias inglesas, que tinham, então, um dia de folga para ficar em casa com as mães.
No início do século XX, quando uma jovem norte-americana, Annie Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão, suas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Anny com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração, e consequentemente o Dia das Mães, se espalhou por todos os Estados Unidos e, em 1914, a data foi oficializada pelo presidente no dia 9 de Maio.
No Brasil, em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
“Minha Vida Querida”
Em maio de 2012, durante uma entrevista exclusiva ao Portal Terceira Idade, a professora de literatura e contadora de estórias Cristina Paoliello contou uma estória comovente em homenagem ao Dia das Mães.
No vídeo, Cristina narra o conto “Minha Vida Querida”, de Malba Tahan*, uma lenda do Tibet sobre Te-há-tá, um jovem mercador, que faz um curioso acordo com o Anjo da Morte, ao vir cumprir sua tarefa de levar sua noiva, Li-Tsen-Li.
Como este dia é muito especial em todos os anos, resolvemos reapresentar o vídeo para que todos os internautas do Portal pudessem se emocionar com esta linda estória.

Parabéns a todas as mães do Portal e do Brasil neste 10 de maio e em todos os dias do ano. Afinal, todo dia é dia das mães!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

58% dos brasileiros com mais de 60 anos desejam viajar pelo Brasil

É o que revela pesquisa realizada com turistas da 3ª idade. Eles declararam, também, o desejo de viajar pelo mundo para conquistar educação internacional e conhecer novas culturas

O desafio das cidades brasileiras para atender bem o turismo da 3ª idade é eliminar obstáculos que surgem pelo caminho desses turistas.
 Uma pesquisa revela que 58% dos brasileiros com mais de 60 anos desejam viajar pelo país (veja vídeo acima). “Já viajei para Minas, Rio, São Paulo. Já passeei bastante, no litoral”, conta, entusiasmada, Leontina Carvalho, de 80 anos.
E não é só dentro do Brasil que a ‘moçada’ gosta de passear. Nos últimos cinco anos, vem crescendo cada vez mais a busca, pelo público idoso, de agências de viagem para conquistar educação internacional e conhecer novas culturas, como confessam, por exemplo, Paulo Rocha, 73, e Altevir Wassem, 75, que pretendem ir à Europa para visitar a Itália, Israel e Portugal – de avião e navio.
Obstáculos 
No entanto, o desafio das cidades brasileiras para atender bem o turismo da 3ª idade é eliminar alguns obstáculos que surgem pelo caminho desses turistas.
Calçadas irregulares, a altura dos degraus para subir e descer do ônibus, a falta de opções mais leves nos cardápios dos restaurantes e a ausência de rampas e banheiros adaptados são algumas das reclamações mais frequentes da maioria dos idosos que participaram da pesquisa.
“A gente tropeça. Não pode olhar para cima, tem que olhar só para o chão. É complicado”, conta a aposentada Jandira de Nadai, de 73 anos, que se desequilibrou numa calçada irregular.
Eunice Prado, de 86 anos, e a filha dela, de 65, acharam a culinária do Nordeste uma tentação, mas sentiram falta de opções mais leves no cardápio. “Queria experimentar a culinária daqui, mas parece que não fez muito bem não, muito pesado”, conta Eunice.  Exceção à regra, alguns comerciantes já pensam no bem-estar do idoso durante a viagem. No Ceará, uma barraca de praia tem rampas e banheiros adaptados. “Nós temos um caso de pessoas da terceira idade que já vieram aqui três vezes e depois trouxeram um grupo de 50 pessoas”, conta o comerciante Mamede Rebouças.