quinta-feira, 12 de abril de 2012

Miss Mãe

Em outubro de 2011, ela teve o casamento dos sonhos com seu príncipe encantado, Natalino Bertin Junior. Logo em seguida, a alegria ficou completa com a descoberta que primeiro filho do casal estava a caminho.

Linda, reconhecida pelo seu trabalho, batalhadora e cheia de humildade, Giseli Finotti Bertin não poderia ser uma mulher mais realizada. Quer dizer, ainda vem mais herdeiros por aí, mas até o momento a felicidade já é completa.

Em meio à sua vida atribulada de mãe, mulher, filha, esposa, modelo, ela arrumou um tempinho para falar com a Mais! Magazine sobre esta 'pessoinha' que mudou sua vida: o pequeno Enzo.

Mamãe de primeira viagem e coruja assumida, Giseli nos contou um pouco sobre a sua nova etapa de vida, a mudança para o interior e como foi fazer a primeira sessão de fotos grávida. Confira a entrevista:

Mais!: O que você sentiu quando descobriu que estava grávida?

Descobri que ia ser mãe logo após meu casamento. Quando descobri senti uma onda de sentimentos dentro de mim, alegria por estar gerando um bebê da pessoa que eu amo, porém com um pouco de medo e insegurança, pois estou entrando em uma nova fase. Acredito que toda mudança causa uma instabilidade no começo, mas Deus sabe direitinho o que faz e o medo e a insegurança que senti no começo, já não sinto mais.

Mais!: Como foi a reação do pai, Junior, e das famílias? Estava planejado ter filhos logo após o casamento?

Já conversávamos sobre o assunto, mas estávamos planejando para daqui um ou dois anos, porém, Deus quis nos presentear antes. Eu e o Junior temos muita sintonia, e acredito que ele tenha sentido a mesma coisa que eu no começo: alegria e medo. Mas, após a confirmação do exame de sangue fizemos um ultrassom e já ouvimos o coraçãozinho do nosso filho. Foi muita emoção e desde então o Junior já se tornou um paizão. Ele me acompanha em todos os exames, se interessa por tudo que diz respeito ao nosso bebê e ele sempre está conversando com o Enzo na minha barriga. Como resposta, o Enzo não para de mexer quando estamos neste momento divino, já reconhece a voz do papai. Tudo isso pra mim é muito especial, não tenho dúvidas de que ele será um ótimo pai. A família esta radiante desde o início. O Enzo nem chegou ao mundo e graças a Deus já é muito amado por todos.

Mais!: Como foi a transição de Miss para Mãe? Você pretende seguir a carreira após a maternidade?

Eu aproveitei bastante a minha fase de Miss. Participo desde os 18 anos de concursos, a gente vai crescendo e com isso amadurecendo. Aproveitei bastante todas as fases da minha vida, e hoje, a minha fase é se preparar para ser mãe. Estou aproveitando cada segundo, porque ela será inesquecível, assim como todos os concursos que participei. Sempre levei a carreira de modelo como uma segunda profissão. Sou formada em Relações Públicas, mas desde os 12 anos já fazia desfiles para as lojas do comércio de minha cidade. A minha barriga já está aparecendo e pretendo fazer trabalhos como modelo gestante para o Dia das Mães, já tenho até algumas propostas em São Paulo. Após o nascimento do meu filho, ele e meu marido serão as prioridades na minha vida, mas se eu conseguir conciliar em ser esposa, mãe, Relações Públicas e modelo, com certeza, irei adorar.

Mais!: De onde surgiu a ideia do nome do Enzo?

Enzo é um nome de origem italiana, e tanto eu como o Junior somos descendentes de família italiana. O Junior estava lendo um livro sobre Enzo Ferrari, fundador da Ferrari, e quando ouvi ele falando o nome Enzo, logo eu disse que gostava, sem saber que tinha alguma ligação com "carros". Gostamos deste nome por ser curto e forte.

Mais!: Que mudanças o Enzo trouxe à sua vida? Como é o seu dia a dia?

A fase está sendo maravilhosa, cada mês uma descoberta diferente. Sentir uma vida crescendo dentro de você não tem palavras. O engraçado é que desde que você descobre que vai ser mãe, parece que nasce por dentro uma força iluminada, tudo é voltado para seu filho. Você chega até esquecer de você, então tudo o que faço é pensando na saúde dele. O meu dia a dia mudou um pouco: não estou mais fazendo tanto exercícios na academia, troquei as aulas de bike e localizada para hidroginástica e caminhadas eventuais. Minha alimentação está como sempre foi, pois sempre procurei seguir uma dieta saudável. No entanto, quando o Enzo nascer, pretendo voltar para a minha rotina de exercícios e trabalhos.

Mais!: Está tudo pronto para a chegada do Enzo?

Já planejei o enxoval e o quartinho dele. Minha sogra, a "Tia Olga" e algumas primas do Junior estão me ajudando muito, graças à ajuda de todos está ficando tudo lindo. Ainda faltam alguns detalhes, mas estou no prazo, nada para me preocupar. Estou fazendo tudo com muito carinho.

Mais!: Você e o Junior planejam ter mais filhos?

Planejamos ter três filhos, mas só vamos confirmar isso depois que o Enzo nascer. Gostamos da casa cheia e de muita alegria. Com certeza virá mais um daqui três ou quatro anos. Queremos curtir bastante o nosso primeiro filho.

Mais!: Defina o que é ser mãe para você.

A maternidade é uma dádiva, ajudar um pequenino a desenvolver-se e tornar-se um adulto digno é uma responsabilidade que Deus confere aos pais, mas gerar uma vida dentro de você é o melhor presente que Deus pode nos oferecer, e isso só confere a nós, mulheres. Hoje, pra mim, ser mãe é descobrir e sentir o verdadeiro amor incondicional.

Mais!: Como será a sensação de passar o primeiro Dia das Mães como mamãe?

Será inesquecível, com certeza. Quero tornar esse Dia das Mães especial por ser o primeiro. Mas, acredito que nos próximos vou curtir mais, pois o Enzo já estará em meu colo me reconhecendo como "mãe”. Não terei nem palavras para descrever como será esse momento.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

7 de abril: Dia do Jornalista!

A Federação Nacional dos Jornalistas saúda neste 7 de abril, Dia Nacional dos Jornalistas, a todos trabalhadores e trabalhadoras que, nas redações de jornais e revistas, estúdios de rádio e TV, nas mídias eletrônicas, escolas e assessorias de imprensa; escrevendo, editando, desenhando, fotografando, filmando, ensinando, narrando ou apresentando notícias em todos suportes, exercem esta profissão que é um dos pilares mais visíveis da democracia.

A FENAJ homenageia a todos aqueles que, com condições de trabalho quase sempre aquém do necessário, ajudam a consolidar o estado de direito. Lembra, neste dia, a saga heróica de militantes da notícia que arriscaram sua integridade, sua liberdade e sua vida. Exige do estado brasileiro a imediata investigação da morte Wladimir Herzog e de todos os jornalistas que foram presos e torturados pela ditadura militar. A FENAJ reivindica liberdade, condições de trabalho e remuneração justas e dignas por parte daqueles que enriquecem utilizando a força de trabalho dos jornalistas brasileiros. Para isto propõe um piso salarial nacional para a categoria, de maneira a garantir a qualidade de vida e a independência no exercício de sua profissão.

A FENAJ alerta ao estado brasileiro para o perigoso crescimento dos crimes contra a integridade e a vida dos jornalistas. Exige a apuração dos crimes contra jornalistas no exercício de seu trabalho e o julgamento de todos os envolvidos. Também reivindica a federalização dos crimes contra estes profissionais como medida eficiente contra a impunidade.

A FENAJ compartilha com os cursos de Jornalismo, seus professores e alunos, a certeza que superaremos de uma vez por todas esta situação constrangedora criada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), quando da decisão desastrada e obscurantista da retirada da exigência da formação superior para o exercício do Jornalismo. Agradece, mais uma vez, ao parlamento brasileiro que, sintonizado com a opinião pública, está restituindo a dignidade para o jornalista e a qualidade do Jornalismo para a sociedade.

A FENAJ, finalmente, convida os cidadãos para - ao homenagear seus jornalistas - defenderem um Jornalismo de qualidade: independente, informativo e ético, que assegure a liberdade de expressão contida na constituição brasileira, reconhecendo que esta liberdade não é propriedade privada de jornalistas ou empresas de comunicação e sim propriedade do cidadão brasileiro.

Viva aos jornalistas, lutadores da democracia.


Sociedade Beneficente Asilo São Vicente de Paulo

Lar Vicentino

No ano de 1931 iniciou-se em Lins a 1ª Conferência Vicentina, sendo presidente o confrade Romeu Freire de Lima. Em 1934, os confrades e consócias deram início à principal obra da Sociedade de São Vicente de Paulo em Lins, uma quadra de terrenos da Vila Clélia que foi doada à entidade pelo Coronel José Andrade Junqueira e Fausto Junqueira Andrade, cujo presidente foi Sebastião Monteiro Lopes. A escritura foi lavrada em 18 de setembro de 1940 e no dia 29 de junho de 1952 foi inaugurada a Capela São Vicente de Paulo, no terreno do asilo.

No dia 12 de março de 1975, os vicentinos José Francisco Junqueira Reis e José Luiz Dias dos Santos, estiveram com o prefeito Dr. Rubens Valadão Furquim solicitando o empréstimo de máquinas para os serviços de terraplanagem para a construção do novo asilo, na Chácara São José – Bairro Córrego do Barbosa. No dia 15 de novembro de 1979, foi inaugurado o novo asilo São Vicente de Paulo de Lins, atual Lar Vicentino.

Com capacidade para atender 55 idosos com idade acima de 60 anos, com vulnerabilidade social, a instituição têm hoje 42 moradores, 19 funcionários e sobrevive da renda de eventos, parcerias, doações e subvenções estaduais e municipais. Há também a ajuda dos voluntários nas mais diversas áreas, desde a saúde até o lazer. O atual Presidente Gilberto Aparecido Vanuchi e o vice Antonio Nunes Filho, já estão no segundo mandato e permanecerão no Lar até julho de 2012, quando outros, por meio de votos, assumirão a presidência.

O Lar tem como objetivo acolher e amparar idosos necessitados em regime de internato, proporcionando condições dignas de moradia com qualidade, cuidados básicos para a sobrevivência, alimentação balanceada, monitoração e orientação quanto a higiene pessoal, vestuário, locomoção/transporte, saúde, recreação, assistência material, moral, intelectual, social e espiritual, em condições de liberdade e dignidade, visando a preservação de sua saúde física e mental.

Para fazer parte da instituição o indivíduo passará por uma triagem, onde será avaliada a própria aceitação do indivíduo em relação à institucionalização; quadro clínico (exames), quadro psicológico (exames), condições de moradia, relacionamento família, disponibilidade de vagas e período de adaptação.

Venham conhecer o Lar Vicentino e seja um voluntário você também!

8ª Festa do Milho Verde

Realizada de 8 à 11 de março na Abcel (Associação Beneficente, Cultural e Esportiva de Lins), a 8ª Festa do Milho Verde contou com várias atrações como apresentações musicais, sorteios de prêmios, diversas barracas de alimentação com churrasco, kafta, pastel, cachorro-quente, bebidas, doces em geral, lanche de pernil com milho, curau, pamonha, bolo de milho, suco de milho, milho cozido, sopa de milho e a exposição de quadros do morador Vicente Campos.

A renda do evento foi revertida exclusivamente na manutenção e melhora da instituição linense para atender cada vez melhor os seus assistidos.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Agora você já tem como se defender de crimes na internet!

Grupo de cientistas da computação, professores, pesquisadores e bacharéis em Direito criam, em 2005, a SaferNet Brasil, com o objetivo de proteger os Direitos Humanos na sociedade da informação

Com dinâmica própria, a internet tem sido incorporada ao cotidiano dos brasileiros de todas as idades e de diferentes níveis sócio-econômicos. A rede criou novas e surpreendentes possibilidades para o internauta se comunicar, estudar, jogar, educar, se relacionar e acessar informações variadas com muita agilidade.

Mas, como novo espaço público, a internet não pode ser identificada como uma terra sem lei e do “posso tudo e ninguém me acha”.

Preocupados com a proteção dos Direitos Humanos nesta nova sociedade da informação, um grupo de cientistas da computação, professores, pesquisadores e bacharéis em Direito criaram, em 2005, a SaferNet Brasil, uma associação sem fins lucrativos ou econômicos, sem vinculação político partidária, religiosa ou racial, com atuação nacional, que, logo em seguida, deu origem à Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos.

Como empenho adicional, a SaferNet desenvolve, também, ações nas áreas de educação e prevenção contra os perigos na web. O primeiro passo foi a realização, no segundo semestre de 2008, de uma pesquisa nacional inédita com crianças, jovens e pais de internautas sobre segurança na internet.

Os resultados revelam um cenário até então desconhecido sobre a relação dos jovens brasileiros com a rede, sobretudo, no que diz respeito aos riscos de um uso desorientado. A SaferNet realiza, periodicamente, novas pesquisas para subsidiar ações educativas e campanhas que orientem os internautas e ajudem a promover o uso ético e responsável da internet no Brasil.

Na seção ‘Prevenção’ do site da SaferNet, o internauta encontra uma cartilha com dicas de segurança e proteção, uma lista com termos indispensáveis para entender os perigos na rede, um guia de ‘Netiqueta’, com orientações sobre boas maneiras nas relações virtuais, além de noções básicas de Direitos Humanos na internet.

A instituição oferece, também, palestras, oficinas e cursos para alunos, pais, educadores e monitores de espaços que oferecem acesso público à internet interessados em conhecer mais sobre como proteger os direitos das crianças e adolescentes, bem como promover os Direitos Humanos e a cidadania no ciberespaço.

“Proibir não educa nem prevê. Diálogo e orientação ainda são as melhores tecnologias para proteger os internautas. Usando a internet com respeito e educação, podemos garantir que a rede continue sendo um espaço público livre e aberto para todos se expressar, interagir e se informar no mundo globalizado. Sempre que presenciar algo que viole os Direitos Humanos na internet, denuncie!”, alerta Rodrigo Nejm, Diretor de Prevenção da SaferNet Brasil.

segunda-feira, 12 de março de 2012

As donas da bola


No dia 8 de março, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, a Mais! Magazine em parceria com o Cristal Palace conversou com exclusividade com as esposas de alguns craques do Clube Atlético Linense. Em um bate-papo descontraído, Anna Carolina de Jesus, mulher de Lenílson Batista de Jesus; Carolina Andrade, mulher de Fabão e Mara Santos, mulher de Makelelê (Leandro dos Santos), nos revelaram o lado bom e ruim de serem casadas com um atleta. Confira:

Tem gente que acha que casar com jogador de futebol é o mesmo que tirar a sorte grande ou se tornar uma celebridade da noite para o dia. Será que tudo é mesmo festa, mordomia, glamour e facilidades?

Casada com um jogador, a mulher, passa a fazer parte desse universo chamado futebol, que vai além do estádio. E com o passar dos anos ela se dá conta de que a vida real é bem diferente daquela vida tão sonhada.

Carolina Andrade defende a tese que ser mulher de jogador de futebol também pode ser considerada uma profissão. Esposa do zagueiro Fabão, Carolina garantiu que nada é fácil como parece. “Somos mulheres, esposas, mães, administramos uma casa e uma família. Levamos estrutura pra eles. São nossos maridos, homens comuns, diferente do que muitos pensam que são”. O casal está junto desde 2006; ela de Minas Gerais e ele carioca, se conheceram no Rio de Janeiro quando Fabão, profissional há 11 anos, estava de férias de uma temporada na Síria. De lá para cá não se separaram mais. Bernardo de três anos e Robson e um ano são seus dois filhos. Carolina que é formada em turismo e era proprietária de uma loja de roupa infantil, largou tudo para estar ao lado do amado. Em quatro anos, foram sete residências diferentes, algumas fora do país como na Síria, Catar e Líbano.

Para que dê retorno em campo, é preciso que tudo esteja bem em casa e com a família. E é a esposa quem cuida disso, mesmo que seja difícil. “Às vezes o Fabão liga antes de algum jogo muito importante perguntando se está tudo bem. Mesmo que não esteja eu preciso passar calma e confiança para ele se sair bem na partida. Vencendo ou perdendo, estarei sempre esperando ele em casa com um sorriso no rosto e algo especial para ele comer e lembrar como é querido aqui”, contou Carolina.

Anna Carolina saiu da casa da mãe muito cedo e abriu mão de uma carreira própria. Deixou a faculdade de administração de empresas para acompanhar o meio-campo Lenílson, baiano, que jogava no Noroeste em 2006. Anna morava em Bauru e nos contou que não sabia que a sua cidade tinha um time de futebol. Sem entender e acompanhar sobre o esporte, os dois se encontraram por acaso em um churrasco de amigos em comum e estão juntos até hoje. O casal, que tem um filho, Lucas, de três anos, tenta viver fora dos holofotes da mídia. Para Anna, não conseguir programar sua vida e viver em função da rotina e das mudanças do marido são as partes complicadas na vida de mulher de jogador. “Para ser mulher de jogador, não basta querer apenas o glamour, tem que estar do lado nas horas ruins, que são muitas”, conclui.

Arretada como toda baiana, Mara dos Santos conheceu o volante Makelelê, profissional há 10 anos, na Bahia em 2007. Mara, emocionada, revelou que para o marido que já perdeu os pais, como é difícil ficar longe da sua cidade natal e da família. Mara deixou cidade, familiares e o curso de serviço social quando decidiu se casar com o jogador. O casal tem uma filha, Anita, de três anos e espera ter um menino daqui algum tempo.

Mara está acostumada com os comentários preconceituosos da mídia e do público, que generalizam as esposas como Maria Chuteiras. “Eu como todas as mulheres ou namoradas já sofri muito com esse preconceito. Quando vim para Lins, não tive mais esse problema, a cidade é bem tranquila”, disse.

"Mesmo não querendo a mulher acaba se expondo com a família, ainda mais quando se perde um jogo ou um campeonato. O filho é ridicularizado na escola e a mulher também acaba sofrendo com isso até no supermercado”, ressalta Carolina.

A rotina de todas elas são bem semelhantes: cuidam da casa, do marido e dos filhos. Fazem academia, vão ao supermercado e levam uma vida normal. Anna, Carolina e Mara confessam que vão pouco aos jogos e que dentro de casa não se fala sobre futebol, devido à grande pressão que já ocorre dentro dos campos e dias antes na concentração. Elas garantem que Fabão, Makelelê e Lenílson são calmos, centrados e sofrem pouco de TPJ (tensão pré-jogo). Os três jogadores possuem contrato com o CAL até maio de 2012, quando termina o Campeonato Paulista.

Além do dia a dia, os sonhos também são muito parecidos: “Somos as fãs número um dos nossos maridos. Nosso maior sonho é que eles fechem um bom contrato e que conseguimos permanecer em um local por mais tempo para termos estabilidade com a nossa família”, conclui as três. Anna Carolina e Mara pretendem também voltar a estudar e quem sabe em breve ter mais filhos.

Além das nossas três entrevistadas, o Linense possui outros jogadores que são casados. Algumas dessas mulheres são amigas e se reúnem todas às sextas-feiras para falar sobre religião (todas são evangélicas) em um grupo chamado CÉLULA. Os jogadores também possuem um grupo próprio e se reúnem na própria concentração.

Dinheiro, estabilidade financeira, viagens, são pontos positivos visíveis na carreira de qualquer jogador. Stress com final de contrato, lesões, assédio feminino, solidão, certamente são os negativos mais citados por todas elas.

Depois de tantas confissões e desejos em comum, poucos sabem que essas esposas têm grande influência na atuação deles dentro e fora das quatro linhas.

Uma profissão onde os compromissos são muitos e a necessidade de abrir mão dos próprios desejos é evidente, no final da entrevista todas repetiram a mesma frase com muito orgulho: “Não me arrependo do que fiz e faria quantas vezes fosse necessário tudo de novo”.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Lei Maria da Penha beneficia idoso que sofria agressões de um jovem de 21 anos de idade

O caso ocorrido em Planaltina, no interior de Goiás, cria um precedente para que a lei, criada para coibir agressões contra as mulheres, possa ser usada, também, para proteger homens

Há pouco mais de cinco anos, foi criada uma lei no Brasil que cria mecanismos para coibir qualquer tipo de agressão contra as mulheres: a Lei Maria da Penha. Mas um fato inédito mostrou que a lei pode ser usada, também, para proteger homens, no caso um idoso, morador de Planaltina, no interior de Goiás.

O caso ocorreu após o idoso (nome não divulgado) registrar ocorrência na 31ª Delegacia de Polícia contra um jovem de 21 anos de idade, acusado de demonstrar agressividade, desrespeito, injúria e fazer ameaças de morte contra a vítima. O agressor, que não têm nenhum grau de parentesco com a vítima, reside há três anos, de favor, na casa do idoso.

Com base no Estatuto do Idoso, no último dia 9 de fevereiro, a promotora de Justiça Raquel Tiveron requereu medidas protetivas de urgência, normalmente utilizadas em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, para um homem de 69 anos de idade.

O pedido foi atendido integralmente e o juiz determinou a prisão preventiva do agressor, por ficar comprovado que o idoso estava machucado. A vítima, inclusive, apresentou uma maçaneta usada para ameaçá-lo de morte. A decisão pode abrir precedentes para outros casos.

Com o objetivo de ampliar a aplicação da Lei Maria da Penha - Lei 11.340, criada em agosto de 2006, o STF (Supremo Tribunal Federal) tomou uma decisão, no último dia 10 de fevereiro, que permite à lei enquadrar judicialmente autores de agressões domésticas independentemente de queixa da vítima. Com mudança, qualquer pessoa poderá denunciar agressão contra mulheres.

“É uma grande conquista”, afirmou a conselheira da OAB (Organização dos Advogados do Brasil) e do Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal, a advogada Marília Gallo. Ela lembrou haver mais de 33 mil processos na Justiça brasileira envolvendo agressões cometidas no seio familiar, o que demonstra, a seu ver, a gravidade do problema.

Desde a sanção da lei, foram abertos mais de 300 mil processos e promulgadas mais de 100 mil sentenças, com, pelo menos, 1.500 prisões.

Na opinião da deputada Benedita da Silva (PT-RJ), “a violência fere os direitos da mulher, maltrata e humilha, mas, agora, ela se sentirá encorajada para denunciar todo tipo de agressão que sofrer, seja moral, corporal ou patrimonial”. “A decisão do Supremo também tem um caráter didático para o agressor, pois, quando não há punição, ele se sente livre para agredir. Mas, sabendo que pode ser punido, ele vai pensar duas vezes antes de praticar uma violência contra a mulher”, enfatiza.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Cilmar Machado


Quem já não passou horas e horas ouvindo programas de rádio enquanto executava tarefas cotidianas? Quem não já se pegou dando asas à imaginação durante uma história contada no rádio ou respondendo as perguntas feitas pelo locutor? Radialista há mais de 50 anos e proprietário da Rádio Alvorada, Cilmar Machado dos Santos nos conta um pouco sobre a sua vida pessoal e profissional. Confira:

Há quem diga que ele já faz parte do dia a dia, como se fosse parte da família. Com apenas um bom dia, ele entra sem pedir licença e permanece em sua casa. Quando você vê, ele está lá, todos os dias, há muitos anos. Um dia sem ouvi-lo é como um dia sem sorrisos. Ele dá conselhos. Fala sobre horóscopo. Fofoca. Toca as suas músicas preferidas. E sempre tem uma palavra de afeto ou consolo na ponta da língua. Desde 1982 ele se apresenta diariamente como Cilmar Machado em um programa de variedades. Cilmar é radialista desde os 17 anos. Nascido em Garça em 28 de julho de 1941 veio para Lins com os pais aos seis anos de idade. Sem influência direta de comunicadores na família, Cilmar descobriu o seu talento muito cedo. Desde pequeno andava pela cidade ajudando profissionais em propagandas de rádios e igrejas. Foi então que se tornou conhecido e começou a trabalhar em 1958 na Rádio Clube de Lins. De lá para cá não parou mais.

Hoje, com os seus bem dispostos 70 anos, ele continua diariamente com o “Bom dia amigos” todas as manhãs. São oficialmente 53 anos no ar. Já passou por todas as bodas existentes na profissão, até a de ouro. Cilmar tem experiência e amor pelo o que faz. Trabalhando na rádio Clube, Cilmar dividia o seu tempo entre locutor e apresentador de shows pelo Brasil afora. Chegou a morar em São Paulo em 1964 para trabalhar na rádio CBN como é conhecida atualmente. Silvio Santos, Hebe Camargo, Chacrinha e grandes nomes da música da época eram alguns dos seus companheiros de trabalho. Mas Cilmar gosta mesmo do interior. Resolveu voltar e cursar serviço social. Terminando a faculdade e ainda trabalhando como locutor, o radialista decidiu que era hora do seu sonho virar realidade. Em 1967, ao lado do seu irmão Sid, Cilmar passou a ser sócio e proprietário de uma grande rádio que estava desativada, a Rádio Piratininga.

Em 1973, no mesmo ano em que se casou, a rádio Piratininga mudou de local e passou a se chamar Rádio Alvorada. Em sua grade há uma variedade de programas onde os ouvintes participam e podem reclamar do que estão insatisfeitos: política, economia, esporte, amizade, até amor. Tem também o “troca-troca”, um espaço destinado à troca e venda de todos os tipos de objetos. Tem religião. Tem transmissão de jogos. Tem espaço para você pedir o que gosta de ouvir.

Ser radialista é mais do que um talento e uma profissão. É amor para toda vida. Cilmar nunca exerceu o curso que fez, mas garante que foi uma boa escolha. Cilmar é apaixonado pelas pessoas, pela energia e emoção que elas transmitem para o próximo.

Pela força política da época e por uma pressão da sociedade, Cilmar foi prefeito em Lins pelo antigo partido PL (Partido Liberal), do período de 1989 a 1992. Conta que seu mandato não foi nada fácil. Havia muita coisa para ser colocada em seu devido lugar. Antes de ser político, Cilmar era membro de um grupo que trouxe escolas de ensino superior para Lins. A construção de centenas de casas, novas escolas municipais, a inauguração da Delegacia de Defesa da Mulher e a criação do Conselho Municipal de Saúde foram os principais feitos desses quatro anos no poder municipal.

Cilmar é indiferente em relação à política. Depois de 1992 nunca mais se envolveu com isso. Foi uma boa experiência. Mas única. Crê que as ideias precisam ser renovadas e novos projetos criados por políticos diferentes.

Seu destino sempre foi o rádio. Tinha certeza de que não conseguiria ficar longe do meio mais antigo de comunicação. Atualmente o radialista permanece pouco na Rádio Alvorada. Seu filho Silmar Silva Santos (radialista há 14 anos) formado em jornalismo, sua esposa Kellen Patrícia Rodrigues, Jardel Silva Santos advogado e Guilherme Silva Santos administrador, tomam conta da parte burocrática da empresa da família. Sua esposa, Sonia Silva Santos, 62 anos, professora aposentada, passa os dias com o marido desfrutando o que a idade e o conforto lhes oferecem. Cilmar conquistou tudo com o seu trabalho. E está passando isso para os filhos. Está no sangue. Cilmar não pensa em deixar apenas na memória ou aposentar o dom que lhe foi dado. Tornou-se um vício, que cultivado virou paixão.

Cilmar também é adepto das redes sociais: passou a fazer parte dos meios de comunicação da internet, e perde pelo menos algumas horas do dia se comunicando com os amigos. Desde 2007, Cilmar também escreve crônicas para o Jornal Debate. Já são 276 contos imaginários, políticos, amorosos e muito curiosos.

Cilmar deseja que as rádios, inclusive as AM continuem sobrevivendo no Brasil, mesmo que seja apenas de publicidade e de ouvintes fiéis. É amor verdadeiro que não vai morrer jamais. E que nunca vai sair de dentro do peito dele.

Terceira idade volta às aulas em 2012

Geraldo Silva de Souza, 65 (foto), teve uma infância parecida com a de muitas crianças brasileiras. Nascido em Jequié, na Bahia, de umafamília de lavradores, não conheceu seus pais, que perdeu muito cedo. “Não tive pai nem mãe. Uma avó analfabeta me criou. Naquela época se apanhava na escola e de palmatória”, comenta.

Fugiu da escola cedo, talvez por medo de levar uma surra prometida pela avó pelas suas traquinagens. “Ela percebeu que eu tinha fugido por medo da surra e me perdoou. Mas acabei não voltando pra escola”, completa.

Aos 15 anos foi para São Paulo onde exerce até hoje a profissão de mecânico de carros. No entanto, Geraldosempre quis estudar. “Um dia, em casa, vi uma reportagem na TV sobre a Universidade Aberta à Terceira Idade. Eu, correndo tanto atrás e ela já existia há muitos anos... Antes tarde do que nunca!”.

Hoje, ele é aluno da Universidade Aberta à Terceira Idade da USP(Universidade de São Paulo), onde estuda Engenharia Mecânica (disciplina Aerodinâmica) na Politécnica. Com muita disposição para os estudos e interessando cada vez mais sobre como funciona a mente das pessoas, quer fazer, também, Psicologia e Psiquiatria.

“A escola pública do passado foi boa. Aos 10 anos, eu já lia e escrevia. Hoje, com tanta tecnologia, a escola não está alfabetizando como antes. A universidade aberta à 3ª idade foi para mim a oportunidade, que não tive, de estudar. O sonho é ousado, mas os amigos ajudam”, afirma orgulhoso.

Assim como Geraldo, milhares de pessoas em todo o País com idade acima de 60 anos estão voltando a estudar. O objetivo das UNATIs, Universidades Abertas à Terceira Idade, é possibilitar ao idoso aprofundar conhecimentosem alguma área de seu interesse e ao mesmo tempo trocar informações e experiências com os jovens.

Se você tem sessenta anos ou mais e pretende voltar – ou começar – a estudar, a USP está com as inscrições abertas em disciplinas dos cursos de graduação da Universidade. Além das vagas nas chamadas “disciplinas regulares”, a USP oferece também atividades complementares, como palestras, oficinas, excursões, caminhadas, entre outras. As inscrições podem ser feitas de 27 de fevereiro a 9 de março.

Para consultar cursos oferecidos por diversas UNATIs espalhadas em outros estados do Brasil, clique no link recomendado abaixo, em ‘saiba mais sobre o assunto’.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Seja um Papai Noel voluntário! Cuide de um idoso neste Natal

O Natal está chegando, e nessa época do ano somos inundados por centenas de campanhas de solidariedade de todos os tipos, com foco em vários segmentos da nossa sociedade, e que, naturalmente, necessitam de ajuda: crianças carentes, pessoas desabrigadas ou sem lar, pessoas com deficiências, entre outras.

Mas pouca gente se lembra das pessoas mais importantes na nossa vida, que nos cuidaram desde nossa infância, nos educaram e, com seu amor e carinho incondicionais, nos possibilitaram viver, sonhar, trabalhar e criar nossas próprias famílias: os idosos.

O Brasil está envelhecendo, e isto é uma realidade. Mas, infelizmente, nem todas as pessoas que chegam à 3ª idade em nosso país têm condições, sejam físicas, mentais ou sociais, de poderem se cuidar, com qualidade, nessa fase tão delicada da vida. Alguns têm condições de recorrer a instituições que cuidam de idosos – na maioria das vezes, muito caras –, e são poucos os que podem contratar o serviço de cuidadores pagos.

Mas ainda bem que existem pessoas que se colocam a disposição, voluntariamente, para cuidar de quem precisa e não pode arcar com as despesas de um cuidador particular.

Em novembro de 2008, o Portal lançou a Campanha “Seja um cuidador voluntário!”, motivado por um e-mail de uma internauta que relatava o descaso para com uma senhora de 82 anos que sofreu uma grave queda em frente ao Centro de Referência do Idoso, na Zona Norte de São Paulo.

A autora do e-mail, Anisia Spezia, hoje com 65 anos, tornou-se a coordenadora da campanha que, em seus mais de 3 anos no ar, conseguiu o apoio de mais de mil cuidadores em todo o Brasil, oferecendo seus serviços, voluntariamente, através do Portal Terceira Idade.

Todos nós temos um vizinho, um amigo, um parente, ou mesmo alguém que não conhecemos que precisa de nossa ajuda. Que tal doarmos algumas horas do nosso dia para quem precisa?

Vale ressaltar que é bom e faz bem ajudar alguém no Natal... Mas por que não fazer isso o ano inteiro? Se você pode doar um pouquinho do seu tempo a quem precisa, torne-se você também um(a) Papai(Mamãe) Noel do Portal!

Lembre-se: eles fizeram muito por nós e, agora, precisam de nossa ajuda. O seu trabalho é voluntário, mas o pagamento é o lindo e carinhoso sorriso que você verá estampado no rosto de quem você visitou.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

PASCHOAL ANGOTTI

Mais conhecido como Dr. Angotti, nosso último Persona foi escolhido especialmente para a edição mais esperada do ano. O médico que já foi de tudo um pouco, nos conta momentos de felicidade e surpresas em 88 anos de vida. Confira a seguir tudo o que ele nos revelou em um bate-papo, sobre épocas de faculdade até os dias de hoje, ainda ativo.
Tenente da Força Aérea Brasileira, dentista, professor nas seguintes áreas: educação física, serviço social e judô, jogador de basquete (Palmeiras), locutor de rádio, e por último, médico. Poucas pessoas conhecem as várias profissões que Paschoal Angotti já teve. Filho de Franscisco Angotti e Nicolina Angotti, Dr. Angotti nasceu em 1º de maio de 1923 na pequena cidade de Bocaína. Com seis anos de idade, sua família mudou-se para a capital. Por lá permaneceu até decidir fazer faculdade de odontologia em Araraquara. Dr. Angotti que já fazia parte da Força Aérea Brasileira, nos revela que só decidiu se formar em odontologia, porque pretendia casar o mais rápido possível. Foi em uma das viagens como aspirante, que ele esteve em Lins e conheceu Aracy, professora, que mais tarde seria sua esposa. Dr. Angotti lembra exatamente como foi: um baile no Clube dos Bancários; amor a primeira vista. Começaria ali um amor que já completou 60 anos de fidelidade, dedicação e muito respeito. Mas namorar a distância nunca foi tarefa fácil para ninguém. Após sete anos de namoro, Paschoal se formou, casou-se com Aracy e a levou para São Paulo. A distância acabaria ali e finalmente ele viveria com ela o que sempre sonhou.
Dr. Paschoal exerceu apenas cinco anos a profissão como dentista. O que ele queria mesmo era ser chamado de médico. Decidiu então fazer faculdade de medicina em Uberaba. Aracy é claro, o apoiou. Foram para uma nova cidade, com casa nova, faculdade nova e uma vida nova! Depois da faculdade, Paschoal decidiu se especializar no Rio de Janeiro, foi quando Aracy voltou para Lins com os filhos. A distância mais uma vez entraria em cena. Foi quando em 1962, ele decidiu vir definitivamente para Lins.
Em seguida, abriu o seu próprio consultório na rua 21 de Abril, atual calçadão, como Dr. Paschoal Angotti – Oncologista, Cirurgia geral, Ginecologista e Obstetrícia. O seu consultório era uma referência na cidade e há 18 anos, um dos doutores mais conhecidos em Lins e na região, decidiu se aposentar.
Aracy e Paschoal tiveram seis filhos: Renata, Márcio, Marcos, Silvia, Célia e Marcela. Com eles, vieram os 12 netos e dois bisnetos que o enchem de alegria. Apenas Márcio seguiu uma das suas profissões, formou-se em odontologia.
Conhecido também pela sua passagem como Secretário Municipal de Saúde, Diretor da Santa Casa de Lins, Diretor do Hospital São Lucas e presidente do Clube Linense, hoje, Dr. Angotti divide o seu tempo entre a casa e o hospital. É supervisor de prontuários no Hospital São Lucas e passa todas as manhãs também pela APAE.
Dr. Angotti foi o fundador da APAE (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais de Lins), em 1969. Após descobrir que a sua filha mais nova, Marcela, era portadora de Síndrome de Down, o médico decidiu que era hora de fazer algo pela cidade e por essas pessoas especiais e tão importantes na vida de cada família. A primeira sede da APAE foi inaugurada em um antigo seminário, onde é atualmente o colégio Salesiano. A Associação atendia em média 60 pessoas. Com o aumento da procura de atendimentos, estava na hora da instituição ter uma casa nova. Em 1988, foi inaugurada a APAE na rua João Moreira, onde se localiza até hoje. Por dia, são mais de 160 pessoas atendidas em tempo integral nas mais diversas atividades como: aulas de alfabetização, fisioterapia, educação física, atendimento médico, dentista, entre outras.
A APAE sobrevive de convênios e colaborações de sócios. Em 42 anos, Dr. Angotti nunca deixou de estar um dia ao lado dessas pessoas tão especiais, que ofuscam com o seu brilho quem está ao lado.
Ao longo dos anos, além do reconhecimento na profissão, Paschoal foi surpreendido com diversas medalhas como médico e outras de honra como a Medalha do Mérito Militar e a do Pacificador.
Apesar de todas as dificuldades, distâncias e contratempos, Dr. Angotti nos prova que é possível estar sempre cercado de pessoas nos apoiam e nos acolhem com tanto carinho, assim como Lins fez com ele.
Quando se dedica tempo para quem ama, em seu caso, a medicina, a resposta vem rápida e sincera. Cada dia que chega ao final dá espaço para o início de outro, e para ele um motivo a mais para viver e se dedicar a profissão. Cada dia é uma benção e cada detalhe deve ser vivido intensamente. É assim que encontramos Dr. Angotti todos os dias: pronto para viver e reviver cada munuto.

Apelido: Lino, dado especialmente pelo seu avô
Comida preferida: Uma bela macarronada, como todo italiano
Bebida preferida: Vinho
Música: Brasileira
Uma qualidade: Ser prestativo com o próximo
Lugar especial: Sou dividido entre a minha casa e o hospital
Uma viagem: Lua de mel em Buenos Aires
O que é Lins pra você: Cidade das moças bonitas (risos)
Curiosidades: Um presente que ganhei foi a enfermaria do 37º Batalhão de Infantaria Leve de Lins ser “batizada” como 2º Tenente Dr. Paschoal Angotti. Já fui para o Japão como médico da seleção brasileira de baseball e também inaugurei duas rádios FM na cidade, na década de 80.
Um conselho para quem deseja seguir a carreira de médico: Ser médico é um dom. Meu conselho é fazer uma boa faculdade e nunca parar de estudar, gostar acima de tudo do que faz e o mais importante: atender bem os seus pacientes.
O que significa a APAE em sua vida: Só tenho a dizer que foi e é a melhor coisa na minha vida!
Um momento marcante: Vários momentos marcaram a minha vida, mas a situação mais inesquecível e surpreendente foi quando descobrimos que a Marcela era portadora da síndrome de Down. Sua chegada, sem dúvida, foi uma benção.